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Apaixonado pela área contábil! - Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade de Passo Fundo - RS - Especialista em Engenharia de Produção Universidade de Passo Fundo -RS - Mestre em Ciências Contábeis pela Unisinos - RS - Professor de Contabilidade da Universidade de Passo Fundo - Coordenador do Curso de Gestão Comercial da Universidade de Passo Fundo - Autor de inúmeros Artigos em revistas nacionais - Autor de livros de Contabilidade para EAD

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Custeio por Absorção ou por Departamento


Oi!

Porque o método de custeio por absorção não é muito utilizado para fins gerenciais? A figura, presente no livro de Bruni e Famá (2012) apresenta de forma clara esta grande diferença existente entre estes dois métodos.
           O Custeio por Absorção aloca de forma “reta” os CIFs e o Custeio por Departamento aloca os custos aos produtos no instante em que forem passando pelos departamentos.
          Como assim professor? Não entendi...
          Vamos a um exemplo prático, digamos que a depreciação existente seja rateada aos produtos com base no volume produzido, pois bem, desta forma teríamos uma alocação de forma reta, ou seja, não analisamos a origem da depreciação, que pode ter originado de apenas um departamento e nem todos os produtos passam por este departamento. Esta função é do Método por Departamentalização, que aloca os custos, no exemplo a depreciação, somente aos produtos que passarem pelo departamento onde há o imobilizado que esta gerando a depreciação e consequentemente o Custo Indireto de Fabricação -  CIF.


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Abraço




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