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Apaixonado pela área contábil! - Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade de Passo Fundo - RS - Especialista em Engenharia de Produção Universidade de Passo Fundo -RS - Mestre em Ciências Contábeis pela Unisinos - RS - Professor de Contabilidade da Universidade de Passo Fundo - Coordenador do Curso de Gestão Comercial da Universidade de Passo Fundo - Autor de inúmeros Artigos em revistas nacionais - Autor de livros de Contabilidade para EAD

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Custeio por absorção

Custeio por absorção

Muitas confusões são feitas sobre a aplicação dos métodos de custeio. Acredito que a maior delas é atribuída ao método de custeio por absorção. Quando uma empresa soma todos os custos, sejam eles diretos, indiretos, fixos e variáveis e a partir daí faz uma manobra mágica e rateia tudo de forma proporcional aos produtos, não podemos estar falando do método por absorção... na verdade não estamos falando de método algum.. Convencionou-se em chamar uma forma de custeio retrograda de Absorção.. mas aqui vai um alerta, estudem, busquem conhecimento a respeito do que cada um dos métodos pode trazer para não serem pego pela onda da maioria...
Antes de mais nada, precisamos abordar que o método por absorção é o único aceito pelo fisco. A diferença entre este método e o método variável por exemplo é o fato de que no absorção os custos fixos não são alocados todos no período, parte dele vai para estoque, juntamente com seus produtos. Isto faz com que o custo fique menor e o resultado maior, em consequência de um resultado maior há uma tributação maior, para as empresas que tributam pelo lucro real claro.

  Até aqui é bem tranquilo, mas o caldo engrossa quando as empresas necessitam calcular o custo de seus produtos, daí o bicho pega... hehehe

Mas não é difícil para implantar o absorção, basta não querer inventar moda, por exemplo, se os custos são DIRETOS, não há de se falar em rateio, anotem isto... não há rateio em CUSTOS DIRETOS. Pensem bem, não há lógica em ratear aquilo que já está identificado com o produto. Agora, se os custos não são identificáveis facilmente com os produtos podemos sim criar bases de rateio. Mas para montar as bases de rateio necessita-se de um profundo conhecimento do processo produtivo, para não errar tanto. Digo isto por todo rateio leva consigo parcela de arbitrariedade, o trabalho do profissional de custos é reduzir esta arbitrariedade a um nível aceitável, que não prejudique determinado produto em favor de outro.
Portanto galera, se alguém falar para vocês que o absorção não é bom porque rateia os custos diretos, vocês podem mandar este pessoa se informar um pouco mais...

Abraço a todos
#euamocustos#

João Rafael


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